A Praça Dalva Simão, localizada na Pampulha, em Belo Horizonte, tem uma história marcada pelo projeto paisagístico de Roberto Burle Marx e pela sua relação com as celebrações das religiões de matriz africana, especialmente as dedicadas a Iemanjá. Originalmente projetada entre 1943 e 1944, a praça foi concretizada apenas em 1973, com um design que manteve a concepção original de Burle Marx, destacando-se pela aridez e pela presença de rochas.
A história da Praça Dalva Simão pode ser resumida em alguns pontos chave:
Primeiro projeto e concepção:
O projeto original da praça foi elaborado por Roberto Burle Marx entre 1943 e 1944, mas sua construção só se concretizou em 1973.
Integração ao Conjunto Moderno da Pampulha:
A praça faz parte do Conjunto Moderno da Pampulha, um conjunto arquitetônico e paisagístico tombado como patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, destacando-se pelos jardins projetados por Burle Marx.
Importância para as religiões de matriz africana:
A praça é um local importante para as celebrações das religiões de matriz africana, em especial as dedicações a Iemanjá, atraindo fiéis e visitantes.
Espaço de contemplação e lazer:
Além do seu significado religioso, a praça também é um local de contemplação e lazer, com seus jardins e espaços abertos.
Design característico:
A praça se destaca por seu design que valoriza a aridez e a presença de rochas, uma característica marcante do trabalho de Burle Marx.
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